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O uso da lágrima artificial



Além do clima mais seco do inverno, existe outra questão que pode ocasionar problemas na saúde: a inversão térmica; fenômeno atmosférico natural que pode aumentar a incidência de doenças respiratórias e irritação nos olhos. Os incômodos na região dos olhos são: ressecamento, diminuição da lágrima e irritação ocular. O problema pode causar conjuntivite atópica. Esse fenômeno se intensifica durante o inverno por causa da perda de calor. A intensidade e os efeitos nocivos se devem ao lançamento de poluentes na atmosfera, o que é muito comum nas grandes cidades.


Com a baixa umidade do ar no inverno, a tendência é o uso de lágrimas artificiais para aliviar os sintomas desconfortáveis causados pelo clima seco. Mas o uso do produto deve ser de forma controlada. As substâncias encontradas no colírio de lágrima artificial auxiliam na hidratação do olho, mas os que possuem conservantes, se aplicados em excesso, podem causar danos às camadas mais externas da córnea e da conjuntiva, além de causar vermelhidão nos olhos, irritação e ardência ocular.


A utilização da lágrima artificial é restrita a pessoas com alergia aos conservantes do colírio ou aos seus compostos. Em geral, a fórmula apresenta pH semelhante ao da lágrima natural ou é ligeiramente alcalino, ajudando a aumentar o conforto durante as aplicações. O uso correto do produto combate a baixa lubrificação ocular, prevenindo contra inflamações na córnea (ceratite) e na conjuntiva (conjuntivite), que são problemas causados pela evaporação da lágrima nos períodos em que o clima é mais seco.


As lágrimas artificiais podem ser encontradas em forma de colírio ou gel. Têm composição diversificada, compostas por água, solução salina, emolientes (glicerol), polissacárides, lípides, gelatinas e outras substâncias.






Fonte: Revista Veja Bem, Ed. 07, Pag. 07

Responsável Técnico: Dr. Daniel Nogueira CRM-MS 5728 / RQE Nº 3333 https://www.hospitaldosolhosdourados.com.br/ (67) 3033-9292

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